"Um futuro melhor requer pessoas capazes de usar não apenas todas as partes do cérebro mas também o coração" ¨Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ○° ¨ Pierre Lévy

domingo, 19 de dezembro de 2010

Vídeo - Ética hacker

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Em Cristo, nós somos um...


Quando você se alegrar, contigo me alegrarei
Quando você chorar, contigo chorarei
Por que em Cristo nós somos um

Um só corpo

Um só reino,

Uma só família

Quando você se ferir, tua dor eu sentirei

E se você cair, eu te ajudarei

Por que em Cristo...

Em Jesus nós somos um

Somos um no seu amor

Uma esperança, um só sentimento

Um só corpo,

Um só reino,

Uma só família
.

(Daniel Souza)

A Alegria ...


Como é precioso irmão, estar bem junto a ti
E juntos lado a lado, andarmos com Jesus

E expressarmos o amor que um dia Ele nos deu

Pelo sangue do calvário, sua vida trouxe a nós

Aliança do Senhor eu tenho com você

Não existem mais barreiras em meu ser

Eu sou livre pra te amar, pra te aceitar

E para te pedir: perdoa-me irmão

Eu sou um com você, no amor do nosso pai

Somos um no amor de Jesus

Eu sou um com você, no amor do nosso pai

Somos um no amor de Jesus

Aliança do Senhor eu tenho com você

Não existem mais barreiras em meu ser

Eu sou livre pra te amar, pra te aceitar

E para te pedir: perdoa-me irmão

Eu sou um com você, no amor do nosso pai

Somos um no amor de Jesus

Eu sou um com você, no amor do nosso pai

Somos um no amor de Jesus

Somos um no amor de Jesus

Somos um no amor de Jesus

Somos um no amor de Jesus


(Jesus e a Aliança - Gospel)

A educação hoje...

Para refletir...



Fonte: http://orbasmeas.blogspot.com/2010/12/educacao-versus-instrucao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+OrbasMeas+%28Orbas+Meas%29

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tapscott - Os estudantes da geração Internet





Tapscott no Capítulo 5 Repensando a Educação: Os estudantes da geração Internet realiza uma análise das redes particulares e públicas dentro da nova era digital, com destaque a realidade americana. Fazendo um aporte de seu discurso com o nosso contexto, encontramos os mesmos problemas por ele apresentados. Dentro desta nova realidade, a escola precisa rever seus antigos dogmas e o professor repensar o seu papel na sala de aula. Ele já não pode imaginar-se como o dono do conhecimento que será transmitido ao educando, mas aquele motivador do conhecimento, como aquele capaz de levar o educando a “aprender a aprender”.

Outro fato a ser abordado, que a nossa geração de professores que ainda estão a margem das novas ferramentas que a sociedade da era digital nos trás, necessita aprender a utilizá-las e através delas buscar novas abordagens para suas aulas. Ressaltando que estas novas ferramentas não devem ser vistas como suporte para as antigas aulas, mas como ambientes para o conhecimento. Este é um grande desafio para as redes de educação, principalmente as públicas. Vencer a resistência de muitos professores e o espaço precário de trabalho de muitas de nossa escolas são questões fundamentais para a mudança preterida.

A escola ainda é um espaço propício para a construção do conhecimento, troca, socialização ou compartilhamento de saberes... Contudo, se não quiser ficar para trás na História, precisa está atrelada aos anseios da nova sociedade da informação, tão ávida por conhecimento e de uma forma cada fez mais veloz. Observando que ao mesmo tempo em que precisa está atenta e conectada as demandas da atual geração de educandos, precisa está igualmente alerta à necessidade de alguns outros que podem encontrar nas novas ferramentas digitais um aporte para o conhecimento e integração à sociedade, mas não estão conectados a celeridade desta sociedade da informação e precisam ser escutados, são os portadores de necessidades especiais.

Bibliografia:

TAPSCOTT, Don. Repensando a Educação: Os estudantes da geração Internet. In. TAPSCOTT, Don. A Hora da Geração Digital: como os jvens que cresceram usando a internet estão mudando tudo, das empresas aos governos. Trad. Marcelo Lino. Rio de Janeiro: Agir Negócios, cap 5, 2010.

domingo, 28 de novembro de 2010

Cibercultura - Pierre Lévy

Cibercultura, termo criado por Pierre Levy resume o que é a era ou mundo digital. Ele nos mostra em seu livro a relação deste termo com vários significados da sociedade da comunicação. Os seres humanos já não vivem de forma isolada, mas conectados ou interconectados sob vários meios ou dispositivos digitais. O conhecimento torna-se abrangente, sem detentores, mais dinâmico e aberto à todos. Não há limites na divulgação da informação ou no modo de compartilhá-la.

São inúmeras ilhas de conhecimentos relacionadas entre si. Estas ilhas ao mesmo tempo em que possibilitam o surgimento da inteligência coletiva, distribuída por toda parte, reafirmam suas individualidades. Num processo que vai do meio interpessoal para o meio intrapessoal (Vygotsky, 1998), produzindo novos conceitos, novos significados, novas formas de aprendizagem.

Não há mais fronteiras entre o conhecimento e as pessoas. Elas buscam se aglutinar em comunidades virtuais, unidas pelos mesmos interesses, cooperando e trocando informações, conhecimentos, experiências... Estas comunidades virtuais funcionam como as ilhas já mencionadas no parágrafo anterior.

Neste ínterim entre interconexão, inteligência coletiva e comunidades virtuais, vemos uma civilização marcada pelo conhecimento dinâmico que ao mesmo tempo em que aproxima, termina afastando aqueles que dele não pode participar por não ter acesso as ferramentas necessárias para partilhá-lo.

Fazendo uma analogia com a educação escolar, mudar as práticas pedagógicas, alicerçando-as a partir deste novo contexto social, envolvendo estas mudanças na forma de conceber o conhecimento e a informação, será apenas o que basta para garantir à todos a inclusão no mundo digital?

Como proceder com os portadores de necessidades especiais? Eles podem encontrar nas tecnologias, é certo, novas formas para se comunicarem e para se relacionarem com as pessoas ou com a sociedade... Mas num mundo onde conhecimento e a informação ganham rapidez e dinamismo, como ficam aqueles que não podem acompanhar esta celeridade, que não têm as competências que este novo mundo demanda?

Pensar na inclusão nesta nova era da interconexão, da inteligência coletiva e das comunidades virtuais mostra-se importante se queremos uma sociedade para todos.

Referências:

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999.

VYGOTSKY, Lev Semyonovitch. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

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