"Um futuro melhor requer pessoas capazes de usar não apenas todas as partes do cérebro mas também o coração" ¨Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ○° ¨ Pierre Lévy

domingo, 28 de novembro de 2010

Ética Hacker


Não pude está presente no evento sobre Ética Hacker. Tentei, contudo, fazer um comentário sobre o tema.


Como alguns outros indivíduos em suas ações, o hacker também possui um código de ética que busca seguir quando invadi um site ou um sistema. Embora nem todos sigam esta regra. Alguns são chamados de lamer, os principiantes, que ainda não conhecem todas as facetas da atuação de um hacker. Ainda existe o cracker que invade sistemas ou sites, prejudicando-os, apagando dados, espalhando vírus, quebrando senhas, obtendo informações para uso indevido. Todavia, comumente é atribuído o uso de programas ou softwares como versão cracker e que a maioria das pessoas utilizam, visto que obter a versão original tem um custo alto e estas versões são gratuitas, embora irregulares ou mesmo criminosas. Este alto custo tende a promover mais ações como estas de piratear software. Deste modo, é algo a se pensar. Quais políticas públicas poderiam facilitar um custo menor para o acesso da população? As empresas ou desenvolvedores estão prontos a colaborar neste sentido? Como proceder com alguém que se dispôs a quebrar códigos para oferecer estas opções gratuitas? Todavia, o verdadeiro hacker possui uma atuação inversa, ele possui um código de ética. Ele não danifica o arquivo de um computador que invade, não prejudica sistemas, quando encontra alguma falha num sistema de segurança costuma avisar ao administrador deste, não busca senhas nem números de cartões para roubar dinheiro, sempre está disposto a compartilhar conhecimentos, entre outras ações positivas.

Muitos jovens hoje seguem este caminho... Lembro de jovens descobrindo bugs no Orkut, criando comunidades para compartilhar suas descobertas, o que fez com que seus administradores, na medida destas descobertas, fossem buscando rever estas falhas para tornar o site mais seguro. Assim procede em outros sites. Os jovens que nasceram na era digital e com acesso as ferramentas tecnológicas têm mais facilidade para descobrir bugs em sites, entrar em sistemas, captarem vídeos streaming e compartilharem, todavia neste caso, violando direitos autorais... Mas como criar regras rígidas no vasto mundo da web?


Como dizem:


"Conhecimento não é crime!"

2 comentários:

Sheila Carine disse...

Pois é querida. É bom esclarecer e entender que o hacker na verdade é o mocinho da historia, beijos
Ou não? rss

Pr.Adilson Benevides Sobral disse...

ótima matéria! Cabe ainda lembrar que existem os whitehats que são os moçinhos, anjos da lei, invadem sistemas afim de alertarem as empresas donas dos sites, muitas vezes prestam serviços como autonomos a essas mesmas empresas agindo dessa forma, o documentário: Hackers, anjos ou demonios da Discovery Channel é uma boa pedida para saber mais...

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